quarta-feira, 28 de março de 2012

SAÚDE E DOENÇA Parte II


Somente aprendendo-se a utilizar as capacidades do psiquismo humano de forma mais ampla e equilibrada e acordando para a realidade do ser como espírito imortal, que se reveste de um corpo de natureza mais sutil – cheio de sistemas e funções complexas, que regem desde informações e conhecimentos transmitidos pelo DNA até as demonstrações inteligentes de um ser consciente na vida comum -, é que se fará com que a ciência terrena aproxime-se da ciência espiritual. Através do estudo das leis morais em relação ao espírito, o homem poderá ver a intima ligação dos estados superiores de consciência com os quadros de saúde.
Vemos que é a partir do corpo espiritual ou astral, também chamado psicossoma, que será possível uma visão mais ampla a respeito do equilíbrio entre corpo e espírito – a que denominamos saúde. É somente através de uma visão mais integral do ser pensante, do estudo de seu corpo perispiritual, que poderemos lograr êxito em qualquer avaliação do equilíbrio energético.
A saúde, a enfermidade ou a doença apresentam-se não apenas como estados detectados e enumerados pela nomenclatura da medicina convencional, mas ampliam-se, no conceito, com o conhecimento dos mecanismos e das funções tanto do perispirito – o corpo semimaterial, veiculo de expressão da consciência -, quanto do duplo etérico e da realidade multidimensional do homem, abrangendo assim todo um sistema energético e moral em que o ser pensante se encontra engendrado, por imposição da própria evolução anímica.
Na medida em que tomamos os estados emocionais, as disfunções da moral e do sentimento como energias latentes e atuantes através do psiquismo humano, podemos, com toda a certeza, afirmar que o comportamento equilibrado, a atitude sadia e a pratica dos preceitos morais segundo nos ensina o Evangelho estão longe de se constituírem atividades puramente religiosas ou místicas; são, na verdade, uma resposta cientifica de nível energético superior. Ora, sabendo que tais atitudes e comportamentos geram e nutrem correntes de energias ou campos magnéticos que, comprovadamente, influem de forma positiva e eficaz no equilíbrio e na harmonia do cosmos orgânico-espiritual, a terapêutica evangélica soa-nos como uma formula de quimismo espiritual, pois interfere diretamente nos campos de vibrações responsáveis pela interação espírito-perispírito-corpo físico, produzindo o estado de saúde psicofísica.
Eis que a terapia dos ensinamentos evangélicos e espirituais, convidando-nos a realizar a reforma em nossas vidas, transformando comportamentos, palavras, ações e sentimentos, é, na realidade, o recurso por excelência que elevará o quantum vibratório do psiquismo do ser, extravasando para o físico as manifestações saudáveis de suas vivencias intimas.
Trecho retirado do Livro: Medicina da Alma por Joseph Gleber pelas mãos de Robson Pinheiro, Capítulo I- Saúde e Doença!

segunda-feira, 26 de março de 2012

SAÚDE E DOENÇA Parte I


Embora a ciência humana tenha alcançado resultados dignos de nota, no que concerne ao estudo dos mecanismos subjacentes à enfermidade e à saúde, encontrar-se-á ainda distante da causa original enquanto não acordar o pensamento para o conceito espiritualista a respeito da vida e da saúde.

Na verdade, a medicina oficial da Terra conseguiu, ao longo dos anos, eliminar diversas epidemias e ajudou a curar milhões de pessoas na modalidade de tratamento que podia prescrever-lhes. No entanto, esbarra ainda em dificuldades insuperáveis momentaneamente, pois, em numero sempre crescente de vezes, os sintomas patológicos mórbidos apenas se transferem de lugar, cedendo-o a outros tipos de doença, que igualmente desafiam a inteligência cientifica deste século.

Uma das razões principais pelas quais o homem cientifico ou a própria medicina terrena rejeitam atualmente certos métodos alternativos de cura é o fato de encararem o homem apenas como um agregado de células, músculos e nervos que, na verdade, constituem tão somente seu veiculo fisiológico. Dessa maneira, não podem, com os métodos habituais, penetrar mais profundamente na natureza intima e peculiar a todo ser vivo. Devido ao orgulho, afastam qualquer possibilidade menos ortodoxa ou acadêmica de perscrutar alem da matéria física.

Com base em fatos sobejamente pesquisados e provados por um numero satisfatório dos cientistas encarnados, por indicações e demonstrações inquestionáveis a respeito do continum da vida, pode-se constatar que, apesar de o cérebro ser comparado por muitos a um computador complexo, ele tem necessidade de um agente para instruir o sistema nervoso a respeito de como deve agir e fazer. Esse agente essa entidade capaz de utilizar o biomecanismo, imprimindo-lhe o direcionamento consciente de sua individualidade, é o que denominamos espírito ou alma.

Do domínio do espírito fazem parte os campos de energia multidimensionais, que já são pesquisados na Terra por muitos desbravadores das potencialidades da mente, embora já fartamente descritos e pesquisados através dos séculos por espiritualistas e sábios que, com sua competência e seriedade, puderam constatar a realidade desse sistema magneoetérico, que apenas agora os irmãos encarnados dedicados às academias e institutos científicos da Terra começam a devassar.

Visto da ótica real – uma vez que desta lado de cá da vida já estamos estudando estruturas mais complexas de manifestação da consciência -, o ser humano, ou todo organismo vivo, mobiliza e metaboliza uma variedade de energias dentro da faixa eletromagnética e astral. Dessa forma, suas emoções, seus sentimentos e pensamentos impregnam o seu próprio meio, como a si mesmo, do reflexo de suas tendências e criações subjetivas, de vibrações cuja freqüência e irradiação se espalham em torno de si.

Poderíamos falar de uma psique de estados conscienciais. Todos os pensamentos, ações, emoções, intenções, angustias, fobias e alegrias representam energias, que de certa forma gravitam em torno do psiquismo humano, sendo os de teor vibracional negativo em quantidade maior, devido à inferioridade relativa do ser humano na atualidade. Se essas energias atingirem assim a estrutura sutil do psicossoma ou corpo espiritual, tais estados emocionais, uma vez abrigados no intimo do ser, causarão um bloqueio energético que se fará notar, na periferia física, como enfermidade ou estados patológicos catalogados como doenças. Invisível para grane parte dos encarnados, a conexão entre o corpo físico e as forças psíquicas do espírito detém a chave para os progressos que se possam efetuar na área da saúde do ser humano.

Trechos do Livro: Medicina da Alma por Joseph Gleber pelas mãos de Robson Pinheiro, Capítulo I- Saúde e Doença

sábado, 24 de março de 2012

ERVAS, COMO PREPARAR?


-E quanto à forma de preparo das ervas, meu pai? Devem ser administradas sempre por meio dos banhos ou existe outra maneira que ainda não conhecemos?

-Quando há indicação para uso de banhos, meus filhos hão de convir que é o meio mais fácil de usufruir das substancias terapêuticas e energéticas das ervas. É um recurso que está ao alcance de qualquer pessoa. Porem, ao se prepararem banhos de imersão (como, por exemplo, se faz com a camomila, indicada para estresse, ansiedade e ainda crises de pânico), não é adequado ferver a água juntamente com as ervas. O melhor método, o mais eficaz é, após a fervura, apagar o fogo e somente então adicionar as ervas, deixando-as em repouso até o chá esfriar ligeiramente. Depois de alguns minutos de decocção – é esse o nome do processo – as ervas devem ser retiradas da água, restando apenas o sumo e as propriedades medicamentosas e energéticas. Aí, sim, o produto esta pronto para ser usado para banhos de imersão, para aspersão ou outra coisa qualquer, de acordo com a prescrição, inclusive como chá fitoterápico.

Caso tais cuidados não sejam tomados, corre-se o risco de surgir alergias ao elemento material, sem relação com o extrato ou fluido. Reações indesejadas podem ocorrer ao menos de duas maneiras: tanto em razão da fervura de determinadas ervas, quanto devido à falta de coragem, isto é, por causa do contato direto da erva com a pele. Na ultima hipótese, o processo alérgico pode-se entender por semanas.
TRECHOS DO LIVRO CORPO FECHADO POR W.VOLTZ pelas mãos de ROBSON PINHEIRO

quinta-feira, 22 de março de 2012

OS SEGREDOS DAS ERVAS


-É necessário examinar a forma de retirar as ervas de seu habitat natural. Para isso, meus filhos, temos de ficar atentos ao seguinte. De forma alguma, ao ser utilizada para fins terapêuticos, a erva pode ser colhida na madrugada ou à noite, isto se quisermos aproveitar ao Maximo suas propriedades medicamentosas e fluídicas. Mesmo que não haja sol e o dia esteja nublado, deve-se colher desde a alvorada até o momento do pôr-do-sol ou ao entardecer, antes de cair a noite. Mas não basta obedecer a esse critério; há cuidados adicionais: as ervas só devem ser apanhadas respeitando-se o fluxo do fluido vital ou do bioplasma, se quisermos ser mais exatos. Pela manhã, até aproximadamente as 9 horas, quando os raios solares ainda estão no processo e aquecimento da morada dos homens, colhem-se apenas raízes, pois é aí que o fluido vital ou bioplasma das plantas se concentra. Desse momento até mais ou menos as 15 horas, podem-se apanhar folhas e flores para uso da medicina espiritual ou terapia energética. Durante esse período, em que o sol irradia com maior intensidade seus raios revitalizadores, a vitalidade circula mais vigorosamente nas extremidades da porção exposta, acima do chão. Somente após as 15 horas tira-se o caule, pois este é o horário em que o bioplasma inicia o processo de “descida” em direção à terra, energizando o caule das plantas. À noite se dá o repouso do bioplasma; durante o período noturno, a vitalidade manifesta-se apenas o suficiente para manter a vida organiza da planta.
-Então não tem efeito colher as plantas de qualquer jeito, em horários diferentes do que meu pai indica?
-Não é bem assim, meu filho. Podem-se colher as ervas em qualquer horário, sim; contudo, não se aproveita a seiva energética ou bioplasma, que obedece ao fluxo da energia solar em todos os reinos da natureza. Apanhando-as sem leva em conta esse fluxo, apenas os elementos de sua constituição química serão extraídos, mas de forma alguma a vitalidade.
-E quanto às ervas secas, elas servem para finalidades terapêuticas, meu pai?
-Ainda aí temos de considerar qual propriedade terapêutica se pretende explorar. Caso a busca se resuma aos elementos químicos, que favorecem exclusivamente a saúde física, então as ervas secas atenderão. No entanto, se o objetivo é extrair  os elementos fluídicos, etéricos mais dinâmicos que oferecem, as plantas são destituídas de tais elementos no processo de secagem, ao longo do qual a energia vital é corrompida ou alterada. Muito embora haja, mesmo com as ervas secas, uma maneira de fazer o bioplasma retomar seu fluxo natural, nego-velho só pode ensinar essa técnica quando meus filhos avançarem no estudo sobre bioenergias e magnetismo. Sem amplo conhecimento do magnetismo não há como alterar o fluxo energético e vital das plantas.
 TRECHOS DO LIVRO CORPO FECHADO POR W. VOLTZ pelas mãos de ROBSON PINHEIRO