sexta-feira, 10 de junho de 2016

CHICO XAVIER E O CÃO AMIGO






Caso parecido, que podemos usar como exemplo, é uma estória que relata a relação de Chico Xavier com uma cachorrinha que atendia pelo nome de Boneca. Segundo o escritor Adelino da Silva relata, Chico sempre era aguardado pela cachorrinha em casa, que fazia grande festa ao vê-lo chegar, pulando em seu colo e lhe lambendo o rosto como se estivesse a beijá-lo. Chico, sempre carinho e brincalhão, dizia: “Ah Boneca, eu estou com muitas pulgas!” E a cachorrinha imediatamente começava a lhe coçar o peito com o focinho. Quando Boneca desencarnou, Chico sofreu com a separação e, envolvendo-a em um xale que ganhara de uma fraterna amiga, enterrou a cachorra no fundo do quintal de sua casa. Tempos depois, um casal de amigos lhe presenteou com um lindo filhote de cachorro idêntico à sua amiga Boneca. A cachorrinha recebeu muitos afagos de todos os presentes na casa do Chico. Assim que Chico a tomou no colo, a cachorrinha ficou agitada e começou a lambê-lo, ao que, ele brincou: “Ah Boneca, estou cheio de pulgas!” A cachorrinha começou então a lhe caçar as pulgas, e parte dos presentes, que conhecera a Boneca, exclamaram: “Chico, será que é a Boneca que está aqui? É a Boneca, Chico!”. Emocionados perguntaram a ele como isso poderia acontecer. Ao que Chico respondeu: “Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir, os espíritos amigos o trazem de volta para que não sintamos sua falta. É, Boneca está aqui, sim, e ela está ensinando a esta filhote os hábitos que me eram agradáveis”.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Para onde vão os animais após o desencarne???

Sabemos que quando desencarnamos de regresso a nossa verdadeira morada todos retornaremos, mas e no caso dos nossos bichinhos tão queridos de estimação? O que os espera no processo além-vida?




UM CANTINHO DOS ANIMAIS

Existem dos planos conhecidos: o plano físico e o plano espiritual. Ora, se o animal habita o plano físico, quando desencarna ele adentra o plano imaterial, ou seja, o mundo dos espíritos. Mas essa afirmação não afirma que espíritos de homens e espíritos de animais dividam o mesmo espaço na erraticidade. Os homens tem seu espaço reservado, assim como os animais tem o seu e é para lá que eles são remanejados. Este local, segundo informações de André Luiz, se encontra nas proximidades da Terra, em colônias de transição e postos de socorro.

MEU FIEL COMPANHEIRO


Algumas pessoas se perguntam se elas, ao desencarnar, se encontrarão com os animais que lhes foram de estimação em vida, matando assim a saudade, que se acumulou durante o tempo em que ficaram separados. Esta é uma possibilidade pouco provável, segundo informações da Espiritualidade, uma vez que o animal não conserva sua consciência ativa após o desenlace do corpo físico. Ao adentrar o mundo espiritual, sua consciência adormece, ficando à disposição da espiritualidade para as funções que ela achar conveniente: reencarnar ou permanecer à disposição no plano espiritual a trabalho. Vejamos os ensinamentos dos espíritos na questão 600 de “O Livro dos Espíritos”> “A alma do animal, sobrevivente ao corpo, está depois da morte em um estado errante como a do homem? É uma espécie de erraticidade, visto que não está unida ao corpo, mas não é um Espírito errante. O Espírito errante é um ser que pensa e age por sua livre vontade, sendo a consciência de si mesmo seu atributo principal. A alma dos animais não tem a mesma faculdade.” O Espírito do animal é classificado, depois da sua desencarnação, pelos Espíritos que a isso compete, e quase imediatamente utilizado (para reencarnação), não tendo tempo de se colocar em relação com outras criaturas”.

terça-feira, 24 de maio de 2016

OS ANIMAIS NA ESPIRITUALIDADE





Como explicar o amor que determinados animais tem pelos seus donos? Será que esta admiração vem de uma longa trajetória de vivencias juntos? Para onde vai a alma, ou seja, a essência de vida que os anima? Eles podem reencarnar junto aos humanos com quem conviveram? É possível identifica-los?






A evolução>
Leon Denis, no livro “O problema do Ser, do destino e da dor” – (FEB Editora) diz, que o espirito dorme no mineral , sonha no vegetal , agita-se no animal e desperta no homem. O que quer dizer que todos os homens já transitaram pelos reinos inferiores da escala evolutiva, até chegar ao estagio atual, ou seja, os reinos da natureza que compõem o planeta Terra estão em constante atividade de evolução. Assim como o homem almeja viver em mundos felizes, nas moradas dos espíritos puros, e busca a perfeição através de sucessivas experiências reencarnatórias, os irmãos que compõem a outra parte da população planetária, como os minerais, vegetais e animais, chegarão um dia ao estagio humano.

Primeiro passo: O instinto
Leon Denis ensina que os animais são dotados de um tipo de “inteligência” limitada. Mas já se encontram no limiar do despertar evolutivo, deixando para trás a inercia física dos reinos mineral e vegetal, conquistando o primeiro sentido que os separa dos seres humanos, isto é, o instinto. Este é um passo que antecede à razão um beneficio para o espirito, quando reencarna no reino dos homens. Os animais são programados para agirem instintivamente em qualquer lugar do globo que habitem, ou seja, em qualquer ponto do planeta, os pássaros farão seus ninhos da mesma forma, assim como o felino caçará usando as mesmas técnicas. Vejamos o exemplo de joão-de-barro, cuja morada é construída com majestosa perfeição. Esta informação está em sua programação mental e, comumente não é alterada.

Um passo de cada vez:

Estando no reino animal, o espírito (essência de vida), reencarna por infinitas vezes em grupos diversos de espécies, de acordo com a programação daqueles espíritos, cuja responsabilidade é acompanhar a evolução das linhagens. Isto é, a essência de vida que hoje anima um cachorro, pode, em algum momento de sua assistência, já ter reencontrado ou estar programado para reencarnar em outros grupos de espécies ou raças.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

INFLUÊNCIA MALÉFICA










“Os espíritos imperfeitos são instrumentos destinados a experimentar a fé e a constância dos homens no bem”. (OLE, q.466). Tanto aos obsessores, que tem uma intenção clara de nos prejudicar, quanto aos simples assediadores, que somente compartilham o mesmo tipo de desordem espiritual que a nossa, só tem sucesso quando nós mesmo os atraímos, quando damos abertura em nosso íntimo. De novo, é a velha lei da atração que entra em jogo. Por exemplo: um ex-alcoólatra que, certo dia, passa diante de um bar e sente vontade de beber. Ele vai embora, mas continua alimentando esse desejo com diversos pensamentos. Em pouco tempo, esse desejo vai crescendo e tomando – literalmente – forma no mundo espiritual. Provavelmente, ele irá acabar atraindo espíritos do mesmo nível, na mesma sintonia psicoemocional, que irão se aproximar dele e, com isso, aumentar cada vez mais o desejo de ir ao bar e tomar uma dose. Neste momento, ele tem duas opções: ou cede ao desejo que, em primeiro lugar, é dele; ou procura resistir, evocando seu espírito protetor e procurando mudar sua psicosfera espiritual. Mas resistir ao mal não significa, necessariamente, aprendizagem e evolução num nível mais profundo. O que esse sujeito precisa, mais do que “orar e vigiar”, é de uma boa dose de autoconhecimento (com ou sem terapia) e reforma intima. Sem isso, ele sempre vai se envolver no mesmo conflito interior, cada vez que a oportunidade surgir, pois os espíritos que sabem da sua fraqueza e desejam se aproveitar disso ficarão à espreita.

Então, essa historia de ser “vítima de encosto”, que a gente escuta por aí, não tem fundamento. É logico que podemos ser assediados por espíritos mal-intencionados, mas nada que uma atitude firme de nossa parte, no caminho do bem, não os afaste. Nada que a prece, a meditação, o passe, a prática bioenergética, etc. não possam resolver. Mas a obsessão, a fascinação e até mesmo a possessão só ocorrem com sucesso quando há sintonia e atração psicoemocional. Com este exemplo simples que eu dei fica claro que os espíritos se ligam àqueles que os atraem. Que fique claro, então, que nem todo espírito que simpatiza conosco é, necessariamente, um benfeitor. Além daqueles que simpatizam com nossos vícios e desejam se aproveitar disso, um espírito pode se ligar a uma pessoa devido ao apego familiar ou paixão. 

Fonte: Revista Cristã de Espiritismo