segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Curso Básico de Espiritismo


Curso Básico de Espiritismo

Estamos iniciando uma nova turma de estudos em nossa casa, para você que quer estudar e conhecer a respeito da Doutrina dos Espíritos, e deste mundo espiritual que nos envolve.
Trazemos como base os ensinamentos deixados por Allan Kardec.
Estes serão os temas abordados por nós no decorrer deste curso, onde pretendemos prender junto com você, formando novas consciências para seguirem nesta caminha evolutiva.

Temas Abordados:
1°- O que é o espiritismo?
2°- Irmãs Fox
3°- Mesas Girantes
4°- Quem foi Allan Kardec? 
5°- Espiritismo e Espiritualismo
6°- Poder da Oração
7°- Poder do Pensamento
8°- Lei de Atração
9°- Lei de Causa e Efeito
10 ° Causas anteriores das aflições
11°-  Resgates Coletivos
12°- Ciência e Espiritismo
13°- Pluralidade dos Mundos
14°- Encarnações nos Diversos Mundos

O curso terá inicio no dia 12/03/2011 das 18h ás 19h (sábados)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Identidade dos Espíritos



Identidade dos Espíritos

Olá a todos,  gostaríamos que refletissem a respeito de algumas questões:

O que realmente representa o Nome e Aparência de um espírito?
Podemos julgá-lo pela sua Aparência ou seu Nome?
Por que damos tanta importância as estes dois itens?
O que realmente importa é o propósito pelo qual este espírito trabalha, seja ele João, Emannuel, José ou Bezzera... Ou que se apresente como Doutor, Preto velho, Índio ou Poeta...
O que realmente importa é o trabalho para a Caridade, o Bem, o Amor, a Paz e o Crescimento de todos.

Reunimos aqui algumas lições deixadas por Allan Kardec.

L. E.
76. Que definição se pode dar dos Espíritos?
“Pode dizer-se que os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Povoam o Universo, fora do mundo material.”
NOTA - A palavra Espírito é empregada aqui para designar as individualidades dos seres extracorpóreos e não mais o elemento inteligente do Universo.

88. Os Espíritos têm forma determinada, limitada e constante?
“Para vós, não; para nós, sim. O Espírito é, se quiserdes, uma chama, um clarão, ou uma centelha etérea.”

93. O Espírito, propriamente dito, nenhuma cobertura tem, ou, como pretendem alguns, está sempre envolto numa substância qualquer?
“Envolve-o uma substância, vaporosa para os teus olhos, mas ainda bastante grosseira para nós; assaz vaporosa, entretanto, para poder elevar-se na atmosfera e transportar-se aonde queira.”
Envolvendo o gérmen de um fruto, há o perisperma; do mesmo modo, uma substância que, por comparação, se pode chamar perispírito, serve de envoltório ao Espírito propriamente dito.

95. O invólucro semimaterial do Espírito tem formas determinadas e pode ser perceptível?
“Tem a forma que o Espírito queira. É assim que este vos aparece algumas vezes, quer em sonho, quer no estado de vigília, e que pode tomar forma visível, mesmo palpável.”

Informações colhidas no Livro dos Espíritos – part. II - cap. I.


L. M.
255. A questão da identidade dos Espíritos é uma das mais controvertidas, mesmo entre os adeptos do Espiritismo. É que, com efeito, os Espíritos não nos trazem um ato de notoriedade e sabe-se com que facilidade alguns dentre eles tomam nomes que nunca lhes pertenceram. Esta, por isso mesmo, é, depois da obsessão, uma das maiores dificuldades do Espiritismo prático. Todavia, em muitos casos, a identidade absoluta não passa de questão secundária e sem importância real.
Julgam-se os Espíritos, como os homens, pela sua linguagem. Se um Espírito se apresenta com o nome de Fénelon, por exemplo, e diz trivialidades e puerilidades, está claro que não pode ser ele. Porém, se somente diz coisas dignas do caráter de Fénelon e que este não se furtaria a subscrever, há, senão prova material, pelo menos toda probabilidade moral de que seja de fato ele. Nesse caso, sobretudo, é que a identidade real se torna uma questão acessória. Desde que o Espírito só diz coisas aproveitáveis, pouco importa o nome sob o qual as diga.

A questão da identidade é, pois, como dissemos, quase indiferente, quando se trata de instruções gerais, uma vez que os melhores Espíritos podem substituir-se mutuamente, sem maiores conseqüências. Os Espíritos superiores formam, por assim dizer, um todo coletivo, cujas individualidades nos são, com exceções raras, desconhecidas. Não é a pessoa deles o que nos interessa, mas o ensino que nos proporcionam. Ora, desde que esse ensino é bom, pouco importa que aquele que o deu se chame Pedro, ou Paulo. Deve ele ser julgado pela sua qualidade e não pelas suas insígnias. Se um vinho é mau, não será a etiqueta que o tornará melhor. Outro tanto já não sucede com as comunicações íntimas, porque aí é o indivíduo, a sua pessoa mesma que nos interessa; muito razoável, portanto, é que, nessas circunstâncias, procuremos certificar-nos de que o Espírito que atende ao nosso chamado é realmente aquele que desejamos.

Eis aqui o conselho que a tal respeito nos deu São Luís:
"Qualquer que seja a confiança legítima que vos inspirem os Espíritos que presidem aos vossos trabalhos, uma recomendação há que nunca será demais repetir e que deveríeis ter presente sempre na vossa lembrança, quando vos entregais aos vossos estudos: é a de pesar e meditar, é a de submeter ao cadinho da razão mais severa todas as comunicações que receberdes; é a de não deixardes de pedir as explicações necessárias a formardes opinião segura, desde que um ponto vos pareça suspeito, duvidoso ou obscuro."

Algumas dicas colhidas do Livro dos Médiuns quanto a identidade dos espíritos:

Não há outro critério, senão o bom-senso, para se aquilatar do valor dos Espíritos. Absurda será qualquer fórmula que eles próprios dêem para esse efeito e não poderá provir de Espíritos superiores.

Apreciam-se os Espíritos pela linguagem de que usam e pelas suas ações.
Estas se traduzem pelos sentimentos que eles inspiram e pelos conselhos que dão.

Os Espíritos superiores usam sempre de uma linguagem digna, nobre, elevada, sem eiva de trivialidade; tudo dizem com simplicidade e modéstia, jamais se vangloriam, nem se jactam de seu saber, ou da posição que ocupam entre os outros. A dos Espíritos inferiores ou vulgares sempre algo refletem das paixões humanas. Toda expressão que denote baixeza, pretensão, arrogância, fanfarronice, acrimônia, é indício característico de inferioridade e de embuste, se o Espírito se apresenta com um nome respeitável e venerado.

Não se deve julgar da qualidade do Espírito pela forma material, nem pela correção do estilo. É preciso sondar-lhe o íntimo, analisar-lhe as palavras, pesá-las friamente, maduramente e sem prevenção. Qualquer ofensa à lógica, à razão e à ponderação não pode deixar dúvida sobre a sua procedência, seja qual for o nome com que se ostente o Espírito.

Os bons Espíritos só dizem o que sabem; calam-se ou confessam a sua ignorância sobre o que não sabem. Os maus falam de tudo com desassombro, sem se preocuparem com a verdade. Toda heresia científica notória, todo princípio que choque o bom-senso, aponta a fraude, desde que o Espírito se dê por ser um Espírito esclarecido.
Informações colhidas no Livro dos Médiuns – Cap. XXIV.

Depois destas informações deixadas por Allan Kardec na codificação, livros estes que nos norteiam, não nos resta duvidas que não devemos julgar ou até mesmo condenar um espírito pela sua aparência e nem pelo seu nome, este preconceito deve ser abolido das casas espíritas, todos que se aproximam em nome do criador para a pratica do bem são bem vindos, seja ele um preto velho, um poeta, um índio, um medico, um guardião ou qualquer outro... Deve-se considerar o espírito de acordo com os ensinamentos passados por Kardec pelo propósito do trabalho.

Que possamos nos guiar pelo Bom Senso, e receber a todos os espíritos que se achegam até nossas casas para realizarem seus trabalhos de assistências e deixarem suas mensagens.

Que a Luz dos Espíritos que militam no Bem possam iluminar a todos nós.

Casa Espiritual Amor e Luz

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A beleza de uma Flor e simplicidade de um Amor



Está singela frase mas de grande representação foi transmitida a nós trabalhadores para refletirmos, a respeito da simplicidade daquele botão de rosa que recebíamos e que ofereço a vocês é a mesma simplicidade que devemos ter em nosso coração, ao transmitirmos o nosso amor, que possamos compreender as verdades espirituais que nos impulsionam ao crescimento, a fraternidade, ao amor, a caridade e a moral do cristo, pois desta forma caminharemos ao nosso crescimento e auxiliaremos a todos a crescerem conosco.

Lembrem-se, que as sementes cultivadas hoje, serão as flores colhidas amanhã!

Cultivem o Amor
Casa Espiritual Amor e Luz

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Quem é Allan Kardec ?

                 O professor Hippolyte Léon Denizard Rivail – Allan Kardec, interessou-se pelos fenômenos espíritas no ano de 1855, quando o Sr. Carlotti, seu amigo de vinte e cinco anos, lhe falou pela primeira vez da intervenção dos Espíritos e conseguiu aumentar as suas dúvidas sobre tais fenômenos.
            Mas, anteriormente em 1854, Kardec ouviu “falar pela primeira vez, das mesas girantes,pela boca do Sr. Fortier, magnetizador, com o qual entrara em relações para os seus estudos sobre magnetismo”. O Sr. Fortier um dia lhe falou:
            “Eis uma coisa mais do que extraordinária: não somente magnetizam uma mesa, fazendo-a girar, mas também a falar: perguntam coisas e a mesa responde”.
            Allan Kardec replica: “Isto é outra questão: acreditarei quando puder ver com os meus próprios olhos e quando me provarem que uma mesa tem um cérebro para pensar, nervos para sentir e que pode tornar-se sonambula: por enquanto, seja-me permitido dizer que tudo isso me parece um conto para fazer dormir de pé”.
            Diante desta réplica de Kardec podemos verificar o quão cético ele era com relação a visão espiritual da vida e das coisas, no entanto ao conhecer o Sr. Pâtier, funcionário público, de excelente impressão estabeleceu logo um agradável diálogo onde por conta de seu ceticismo seguido de sua curiosidade rumaram para um assunto que até então   pairava em sua mente, a intervenção dos espíritos no mundo material, e para sua surpresa foi convidado para  uma dessas “experiências” com os espíritos que se realizava com frequência na casa da Sra. Plainemaison, na rua Grange-Bateliére n°18, em Paris.
            Aceitando o convite e comparecendo pontualmente na data e horário marcado, terça-feira às 20:00 hs da noite em maio de 1855, assistiu pela primeira vez os fenômenos das mesas que “giravam, saltavam e corriam, em condições tais que não deixavam lugar para qualquer dúvida. (...) Eu entrevia, naquelas aparentes futilidades, no passatempo que faziam daqueles fenômenos, qualquer oisa de sério, como que a revelação de uma nova lei, que tomei a mim estudar a fundo. (...) Os médiuns eram as duas senhoritas Baudin  (Julie e Caroline). (...) Aí, tive o ensejo de ver comunicações contínuas e respostas a perguntas formuladas, algumas vezes, até a perguntas mentais, que acusavam, de modo evidente, a intervenção de uma inteligência estranha”. São declarações do Codificador.
            Assim, ele prossegue em Obras Póstumas: “Compreendi, antes de tudo, a gravidade da exploração que ia empreender: percebi, naqueles fenômenos, a chave do problema tao obscuro e tao controvertido do passado e do futuro da Humanidade, a solução que eu procurava em toda a minha vida. (...) fazia-se mister, portanto, andar com a maior circunspecção e não levianamente; ser positivista e não idealista, para não me deixar iludir”.
            Mas, afinal antes de Kardec se dedicar ao estudo dos espíritos quem ele era e o que fazia?
            Nascido na cidade de Lyon, na França, em 3 de outubro de 1804 e recebendo o nome de Hippolyte Léon Denizard Rivail. Os estudos de Kardec foram iniciados na Suiça, sob a direção do célebre e inesquecível Professor Pestalozzi. (...) Teve uma sólida instrução, servida por uma robusta inteligência. Ele conhecia o alemão, inglês, italiano, espanhol, holandês, sem falar na sua língua materna, francês e tinha grande cultura científica.
            Seu trabalho pedagógico é rico e extenso. Produziu, na França, quase uma dezena  de obras sobre educação, e traduzia para a língua alemã, que também conhecia profundamente as diferentes obras de educação e de moral. Fora Bacharel em Ciências e Letras, Membro da Sociedade Sábias da França, da Real Academia de Ciências Naturais, entre outras. Foi Professor no Liceu Polimático, e seguia os métodos de seu fiel orientados Pestalozzi, criando até mesmo em sua casa cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia comparada e Astronomia, etc.
            No ano de 1832 casou-se com Amélie Gabrielle Boudet, a quem se referia como sua doce Gabi carinhosamente, que também era Professora com diploma de primeira classe. Amélie
            Allan Kardec foi na realidade quem reunira muitos fatos que provavam a intervenção dos espíritos no nosso mundo material e homem estudado e pesquisador que sempre fora, levou estes fatos a uma análise mais científica, estudando e comprovando tudo aquilo que para ele antes não passava de mera ilusão. Sendo o Codificador do Espiritismo, sua real missão foi trazer para o mundo as suas pesquisas a respeito dos espíritos para que possamos compreender a imortalidade da alma e termos consciência sobre o mundo dos espíritos.
            Porém, é necessário lembrar que na época em que Kardec trouxe estes estudos sobre os espíritos ele sofrera muito preconceito não somente pelo ciclo que convivia de pesquisadores, como também pela população que ainda desconhecia por completa a vida após a morte, acreditando inclusive que a morte nada mais era que o fim de tudo.
            Hoje todos tem o acesso ao que é o espiritismo e todas as suas obras  básicas, embora muitas vezes olhem de uma forma preconceituosa, porém cabe a nós espíritas darmos continuidade a tudo aquilo que Kardec nos deixou, buscando sempre novos ensinamentos e aprendendo a cada dia com os espíritos.
            De seu vasto trabalho, destacamos algumas das obras de Kardec:
            O Livro dos Espíritos (1857), O Livro dos Médiuns (1861), O Evangelho segundo o Espiritismo (1864), O céu e o Inferno, ou a Justiça Divina segundo o Espiritismo (1865), A Gênese, os Milagres e as Predições (1868), livros estes que constituem a base do Espiritismo, o chamado Pentateuco Espírita. Produziu obras subsidiárias e complementares de grande valor doutrinário, como O que é o Espiritismo, Introdução ao estudo da Doutrina Espírita, Obras Póstumas. Criou a Revista Espírita, jornal de estudos psicológicos, periódico mensal que editou e preparou os originais de janeiro de 1858 a junho de 1869, e fundou em Paris, a 1° de abril de 1858, a primeira sociedade espírita regularmente constituída, sob a denominação de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.
            Nestas rápidas anotações não conseguimos dizer tudo a respeito do missionário da Codificação Espírita, senão registramos apenas aspectos gerais de sua magnífica personalidade.

Casa Espiritual Amor e Luz

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O que é o Espiritismo ?

            Uma importante revelação se cumpre na época atual: a que nos mostra a possibilidade de comunicar com os seres do mundo espiritual. Esse conhecimento não é novo, sem dúvida; mas permaneceu, até os nossos dias, de certa forma, no estado de letra morta, quer dizer, sem proveito para a Humanidade. A ignorância das leis que regem essas relações as havia sufocado sob a superstição; o homem era incapaz de delas tirar alguma dedução salutar; estava reservado à nossa época desembaraçá-la de seus acessórios ridículos, compreender-lhe a importância, e dela fazer sair a luz que deverá iluminar a rota do futuro.
            Quando Allan Kardec codificou a Doutrina Espírita, houve por bem criar os vocábulos Espiritismo, para designar a doutrina propriamente dita, e espírita ou espiritista, para identificar os adeptos do Espiritismo.
            Allan Kardec em “Obras Póstumas” explica que nos seus estudos de Espiritismo, aplicou à nova ciência o método experimental e jamais elaborou teorias preconcebidas; “observava cuidadosamente, comparava, deduzia consequências; dos efeitos procurava remontar às causas, por dedução e pelo encadeamento lógico dos fatos, não admitindo por válida uma explicação, senão quando resolvida todas as dificuldades da questão”.
            Acrescenta ele: “Um dos primeiros resultados que colhi da minhas observações foi que os Espíritos, nada mais sendo do que as almas dos homens, não possuíam nem a plena sabedoria, nem a ciência integral; que o saber de que dispunham se dava ao grau, que haviam alcançado, de adiantamento. (...) Reconhecida desde o princípio, esta verdade me preservou do grave escolho de crer na infalibilidade dos Espíritos e me impediu de formular teorias prematuras, tendo por base o que fora dito por um ou alguns deles”.
            “O simples fato da comunicação com os Espíritos, dissessem eles o que dissessem, provava a existência do mundo invisível ambiente. Já era um ponto essencial, um imenso campo aberto às nossas explorações, a chave de inúmeros fenômenos até então inexplicados. O segundo ponto, não menos importante, era que aquela comunicação permitia se conhecessem o estado desse mundo, seus costumes, (...) Cada Espírito, em virtude de sua posição pessoal e de seus conhecimentos, me desvendava uma face daquele mundo, do mesmo modo que se chega a conhecer o estado de um país, interrogando habitantes seus de todas as classes, não podendo um só, individualmente, informar-nos de tudo. Compete ao observador formar o conjunto, por meio dos documentos colhidos de diferentes lados, colecionados, coordenados e comparados uns com os outros. Conduzi-me, pois, com os Espíritos, como houvera feito com os homens. Para mim, eles foram, do menor ao maior, meios de me informar e no reveladores predestinados”.
            “Tais as disposições com que empreendi meus estudos e neles prossegui sempre. Observar, comparar e julgar, essa a regra que constantemente segui”. E no seu livro “O que é o Espiritismo”, o Codificador explica, sumariamente:
            “O Espiritismo é, ao mesmo tempo, uma ciência de observação e uma doutrina filosófica. Como ciência prática ele consiste nas relações que se estabelecem entre nós e os Espíritos, como filosofia, compreende todas as consequências morais que dimanam dessas mesmas relações”.
       Podemos defini-lo assim:
            “O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal. O Espiritismo é uma Filosofia Espiritualista”.

Casa Espiritual Amor & Luz

Sejam bem vindos!


Este Blog tem a finalidade de divulgar os trabalhos desta casa, assim como levar conhecimento da doutrina dos espíritos, passando ensinamentos e lições para trazer o Amor e a Luz para todos os corações.

Queremos mostrar que somos todos irmãos e que não há espaço para críticas e preconceitos uns contra os outros, nossa Casinha tem como propósito amparar e orientar a todos que vierem até nós.

A Casa Espiritual Amor & Luz foi fundada em 24/09/2007 e desde de então se dedica a levar os ensinamentos de Jesus para todos, seguindo os ensinamentos e o exemplo de nosso Mestre.

Somos orientados de acordo com a Doutrina Espírita codificada por Alan Kardec, este espírito desbravador e amparador, que em momento algum de sua jornada para codificar os livros que formam a base da doutrina dos espíritos, teve discriminação com nenhum de seus irmãos (espíritos) que iam até ele com o intuito de realizar o progresso.

Nós seguimos estes sublimes exemplos, e a cada dia plantamos as sementes do Amor, da Caridade, da Fraternidade, da Fé, da Espiritualização do Ser para que todos um dia venham a florescer e servir de exemplo para mais e mais irmãos aprenderem também.



"Que a luz do nosso Mestre Jesus e o amor de nosso Pai Maior possa estar no coração de todos vocês."


Seja Bem Vindo!
Casa Espiritual Amor e Luz