segunda-feira, 12 de março de 2012

PARASITAS ASTRAIS > Parte II Aranhas


-Aqui, meus filhos, veremos outra aparência de parasitas energéticos, que assumiram a forma de aranhas. São criações mentais peçonhentas e de maior gravidade para o elemento humano.
Estávamos agora próximos a um hospital, mais precisamente num pronto-socorro municipal, onde varias pessoas doentes, acidentadas ou sob a ação de tóxicos aguardavam, há algum tempo, o cuidado por parte dos profissionais de saúde. O local cheirava mal, e a sensação desagradável era aumentada principalmente devido à ação do pensamento das pessoas ali presentes. Agoniadas, exaltando cada uma delas seu próprio mal-estar, procuravam realçar cada detalhe de seus dores. Mais uma vez, Pai João nos intimou a vasculhar os detalhes da cena.
Diversos indivíduos eu exalavam odores desagradáveis pareciam atrai formas mentais assemelhadas a aranhas, que andavam sobre seus corpos e, em determinado momento, inseriam pequenos ferrões nos corpos de suas vitimas, como se injetassem algum veneno nelas. A visão era de causar arrepios em qualquer um que observasse.
-Quando consideramos as aranhas materializadas na Terra – retomou Pai João -, sabemos que são animais carnívoros que se alimentam principalmente de insetos, como grilos e baratas. Muitas tem hábitos domiciliares e possuem ferrões, utilizados para inoculação de veneno. Em geral, a forma astral mantida pelos parasitas energéticos que assumem o aspecto aracnídeo ataca o ser  humano atraída pelo teor energético de pensamentos desleixados e mórbidos, emitidos por quem se entrega ao sofrimento e não zela pela educação intima de suas emoções. São pessoas que trazem a marca do desespero e tem prazer em ressaltar suas dores, transferindo aos outros a responsabilidade por aquilo que lhes acontece. Os parasitas energéticos que se alimentam desse tipo de fluido mórbido atacam através da aura da saúde, injetando o veneno fluídico em sua vitima por via cutânea. Surgem então as inflamações energéticas características, que acometem a periferia do duplo etérico exatamente nos pontos onde houve picadas. O agravamento desse quadro dá-se com ulceração e posterior rompimento da estrutura da aura das pessoas. A partir daí, as conseqüências são mais drásticas, pois, sem a integridade do duplo, a saúde e o equilíbrio ficam seriamente prejudicados.
-Através dessa ruptura energética, os nossos amigos encarnados absorvem mais facilmente as correntes mentais infelizes de desencarnados e, ao mesmo tempo, perdem energias vitais preciosas. Vejam que a ação dos parasitas vampiriza os encarnados, baixando-lhes tanto a resistência energética quanto a imunológica.
Um individuo destacou-se dos demais, pois um numero maior de aranhas – ou de criaturas mentais com tal aspecto – sugava-lhe mais intensamente. Estava todo coberto desses parasitas, que lhes penetrava pelo nariz, pela boca, pelos olhos e pelos ouvidos; após exame mais atento, reparamos que a região da genitália também se transformara em uma abertura no seu campo energético. Esses seres arrojavam-se, por todos os orifícios, para o interior do corpo de seu hospedeiro. A visão causava repugnância e, ao mesmo tempo, despertava em nós vontade de auxiliar, impedindo que ocorresse aquele tipo de vampirização energética tão voraz.
- Não adianta, por ora, qualquer recurso magnético, Ângelo – interferiu Pai João. – Podemos até liberar a aura de nossos irmãos desses parasitas ferozes; no entanto, cada um tem de desenvolver suas próprias defesas psíquicas, através da educação das emoções e dos pensamentos, para que a situação de desequilíbrio não retorne.
TRECHOS EXTRAÍDOS DO LIVRO LEGIAO POR ÂNGELO INÁCIO pelas mãos de Robson Pinheiro

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